...tentar descobrir o mistério de uma grande vendilhona. Já antes tinha falado do assunto de forma genérica, mas agora vou comentar um caso em concreto, uma enfermeira directora de um hospital do Porto (que dizem ser parecido com o Santa Maria). Esta misteriosa senhora, entrou para o cargo na altura do governo socrático e o grande mistério é ainda o manter depois da "mudança de cor" ocorrida (após umas demissões e readmissões polémicas). Afinal que "camisola veste" esta individualidade? Rosa ou laranja? Nem uma nem outra, tendo em conta que foi candidata (suplente) à assembleia de freguesia de Moreira da Maia pelo... BE! Trata-se portanto de mais uma enfermeira a "vestir a camisola" vermelha (que pouco abona a favor da enfermagem). Mas então porque ocupa ela o cargo de directora? Como seria de esperar pelo título do post, porque é uma (grande) vendilhona! Vende a preço de saldo quase 2000 enfermeiros (e de forma indireta muitos mais). Esta senhora é conhecida por atitudes para com os seus "colegas" muito pouco dignas e de nenhuma "camaradagem", como seja o desprezo por estes, os insultos a enfermeiros de modo pouco (ou nada) civilizado, em pleno corredor, incluindo a enfermeiros-chefe, é conhecida por expressões como "não gostas manda embora que tenho centenas deles a bater à porta todos os dias" - referindo-se a colegas enfermeiros, e agora em "época de crise económica", gosta de fazer o seu brilharete cortando de forma cega na dotação de enfermeiros por turno, ignorando todas as teorias da motivação (no trabalho); será que não teve Psicologia Organizacional durante o Curso de Administração de Serviços de Enfermagem? Não compreende algo tão simples como o facto dos turnos menos trabalhosos serem uma compensação que ajuda a tolerar (física e psicologicamente) os turnos com verdadeiro trabalho de escravatura e que os enfermeiros olhando para o lado vêem os médicos que apesar de auferirem ordenados bem mais chorudos não são dispensados do trabalho e estão lá a "esfregar as barrigas" toda a manhã por não terem um único doente? Ou resolve tudo mandando embora estes e admitindo mais uns quantos dos que batem à porta (e alguns se calhar até à janela)? E tudo isto em troca de quê? Dos €80.000 anuais? Somando ainda uma Avensis "da empresa", quando ela até é das que menos usa "o carro da empresa", com apenas cerca de 20.000 Km anuais... talvez prefira usar o telemóvel, onde é a mais gastadora (os seus camaradas não devem ser Vodafone). Assim, em troca de "pouca coisa", prostitui tantos enfermeiros, como se não bastasse a prostituição (de nível menor) que eles já vão cometendo e é destes "paus-mandados" que os governos gostam, por isso vai continuando "no poleiro". Como diz o outro, we are doomed!
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13 agosto, 2012
A vendilhona (pouco) misteriosa
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11 dezembro, 2011
This one's 4 U!
...(d)escrever uma reflexão tida no Water Closet... Quanto mais falsas são as pessoas, menos eu gosto delas. Sim, já tinha falado disso anteriormente, mas é uma coisa que me irrita deveras e estão sempre a aparecer no meu caminho pessoas destas. Felizmente tenho (a julgar pelo histórico) um boa capacidade para avaliar rapidamente as pessoas e detetar uma pessoa falsa, pelo que assim estas têm azar pois não vou nas suas cantigas, nos elogios, nas falinhas mansas, nos presentinhos e não hesito em demonstrar que "já te topei, vai bater a outra porta". É no entanto engraçado como a maioria das pessoas se deixa levar nestas conversas e nestes presentinhos (envenenados) oferecidos àqueles de quem querem a confiança para daí obterem benefícios. Começam por se mostrar muito humildes e simpáticas com toda a gente, até terem conseguido avaliar quem lhes interessa ludibriar e depois então põem as garras de fora e mostram o seu carácter, mas conseguindo enganar muitas pessoas, pessoas que se julgam muito espertas, mas que acabam por não resistir a tanta adulação e quando dão conta que caíram na teia, é tarde demais. Só é pena não haver um autoclismo que se possa "puxar" para mandar estes excrementos sociais pelo cano abaixo.
02 julho, 2011
Obrigado, mas prefiro monopólio
...entrar em jogos mesmo sem querer. Vai entrar um doente totalmente dependente (regras de jogo):
1.Tenho mais doentes - "ah e tal porque é dependente e a tua enfermaria tem menos dependentes, é melhor ir para lá... eu depois ajuda-te a dar a entrada"
2.Tenho menos doentes - "tem de ir para a tua enfermaria porque tens menos doentes"
3.Mesmo número de doentes (os teus mais dependentes) - "vai para a tua enfermaria que está melhor"
4.Mesmo número de doentes (os meus mais dependentes) - "vai para a tua enfermaria... olha, nem reparei que estava mais pesada que a minha"
5.[Esta já é para especialistas] Tenho mais doentes e mais dependentes: "olha, pus o doente na tua enfermaria porque vai haver mais altas lá e depois fica muito vazia" ou -"é melhor ir para a tua enfermaria porque na minha os doentes têm mais pensos" ou ainda -"é melhor ir para a tua enfermaria porque tenho um doente a descompensar"... aqui, depende da imaginação criativa do "jogador"...
Isto é só mais um daqueles joguinhos em que entramos e muitas vezes nem nos apercebemos, tudo para não ter o trabalho de fazer a admissão do doente e este é só mais um no meio de tantos outros, para se beneficiar a si próprio pisando nos outros. Sinceramente estou um bocado farto destes jogos, de andar sempre a ver o que está por detrás das ações dos colegas, porque infelizmente parece haver sempre uma segunda intenção.
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29 maio, 2011
Σωκράτης
...não votar no PS de José Sócrates. Podia até dizer que não compreendo como há quem vote numa pessoa tão inadequada para o cargo a que se candidata, mas até percebo. Parte dos 60 MM euros estourados serviram para comprar votos; há muita gente à boa vida a viver de subsídios, pagos com o dinheiro dos trabalhadores, dos contribuintes, há muitos boys com bons empregos (pouco trabalho e muito dinheiro), há ainda os homossexuais (há quem fale em lobby gay) que agora se podem casar, há as mulheres que passaram a usar o aborto como "método contraceptivo", há alguns mais crentes quem acreditam que se pode continuar a viver gastando mais do que o que se tem, há quem assimile o medo que Sócrates incute nos portugueses relativamente a tudo e todos (menos a ele), há quem goste de fazer a escolaridade sem por os pés numa escola, quem goste de ser um doutor burro e desempregado, há quem seja partidarista e vote sempre no mesmo partido, independentemente de quem seja o seu candidato, há quem prefira uma boa mentira do que uma má verdade.
Não gostam de nenhum dos outros candidatos/partidos? Não votem em ninguém, votem em branco, votem em todos simultaneamente, façam tudo menos votar em quem tem tem conduzido o país para o abismo e que pelos crimes económicos cometidos devia ser julgado. Tendo em conta o ritmo a que desperdiça dinheiro, de quanto tempo precisará para gastar os quase 78 MM Euros emprestados? Os tais que iam ser conseguidos com o PEC IV (como?!)... José Sócrates jamais conseguirá cumprir os compromissos assumidos com a "troika", tal não está sequer previsto no seu programa eleitoral (ou melhor, folheto publicitário), nunca agiu de forma séria e não vai mudar agora de repente; adiou até ao último momento o pedido de ajuda externa, mentindo aos portugueses enquanto prejudicava exponencialmente a economia do país, agravando a recuperação só para se poder manter no poder mais algum tempo. Não votem em quem brincava aos TGV's e aos aeroportos mesmo com a dívida astronómica que contraiu, em quem sempre esteve envolvido numa série de escândalos mais ou menos abafados, desde a sua licenciatura tirada ao Domingo até ao Freeport e muito mais, em quem promoveu um ambiente de censura... "quem não é por mim é contra mim!". E os enfermeiros, tão prejudicados por este governo, sobretudo enquanto funcionários públicos, pelo menos considerados como tal nos deveres, não têm nenhuma razão para nutrir a mínima simpatia pelo mesmo, não podem continuar nesta situação de bode expiatório, não podem continuar a trabalhar cada vez mais e a descontar cada vez mais (ganhando cada vez menos) para pagar a boa vida dos que não querem trabalhar. Não pretendo dizer-lhes em quem devem votar, pretendo apenas manifestar a minha opinião e ao mesmo tempo alertar os mais desantentos, os que se deixaram entorpecer pela eficaz super-máquina de marketing socialista, para não correr o risco de ver este país na bancarrota, para que eu, os meus filhos e os meus netos não tenhamos de pagar a factura da desmedida sede de poder de um incompetente, mentiroso e ainda por cima cínico. Não tenho nada a ganhar em particular com os vossos votos, mas posso ter muito a perder (todos nós!).
Sócrates, nunca mais!
"O socialismo dura até se acabar o dinheiro dos outros."
(Margaret Thatcher)
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05 agosto, 2010
Todos diferentes todos iguais
...ser menor do que os iguais. Os humanos são todos iguais na sua essência, basicamente com as mesmas fraquezas, os mesmos receios, a mesma composição. Existe no entanto muita gente que não pensa nisso e se acha maior que uma microscópica poeira no meio do infinito Universo, mas não o são e esta visão egocêntrica não manifesta mais do que a ignorância dos mesmos, relativamente ao que são e ao que os rodeia. São pessoas que, talvez tentando disfarçar a sua fraqueza interior se aproveitam do seu estatuto por exemplo nos locais de trabalho e exercem opressão sobre os que lhe são hierarquicamente inferiores, abusam do poder e fazem ameaças, desconhecem as regras da boa educação e viram as costas deixando as pessoas a falar sozinhas; e quando saírem para o exterior e tirarem aquela máscara? Será que também vão ter coragem de virar as costas sabendo que no mundo exterior já não são mais fortes? Quando se virem numa situação de crise, acidental ou intencionalmente criada, também viram a cara aos que eram mais fracos mas nesta situação são mais fortes? Se calhar deviam pensar nisto, pois nunca sabemos o que o destino nos reserva e quem o pode moldar de variadas formas, mesmo aqueles que pensamos ser mais fracos e a quem viramos as costas ignorando o risco de sermos "apunhalados pelas costas".
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23 abril, 2010
Profissão mais antiga do mundo
...praticar diversas formas de prostituição. Não, não venho falar da famosa história das alunas de enfermagem (nesta altura já enfermeiras?) que eram/são simultaneamente "acompanhantes de luxo". Vou falar de outros tipos de prostituição, com outros tipos de recompensas. Falo de enfermeiros que se prostituem a si e prostituem toda a enfermagem a troco de um favor do sr. doutor, de um reconhecimento dos seus superiores ou de trabalho de outros. São os enfermeiros que servem de empregados aos srs. doutores porque precisam de um favor para si ou para um familiar, e então lhe atendem o telemóvel, lhe buscam um café ou o que o sr. doutor precisar (cada um com distintos limites); são os enfermeiros que fazem de tudo para agradar aos seus chefes e caírem nas suas boas graças, são os enfermeiros que se sujeitam a executar tarefas que não são suas para que as assistentes operativas façam o trabalho que seria deles. Mas ainda mais grave que estas formas de "auto-prostituição" (ainda que prostituam toda a classe) são os casos dos enfermeiros que usam os seus colegas com quem trabalham; estou-me a referir por exemplo aos enfermeiros-chefe que prostituem os enfermeiros do seu serviço a troco de uma promoção/nomeação ou ainda a troco de umas horas de empregada doméstica (leia-se assistentes operativas) gratuita em sua casa, sendo que neste caso a prostituição é também das assistentes operativas. Há quem lhe chame "banco de favores", mas eu chamo-lhe mesmo prostituição, uma vez que esta num sentido mais lato e figurado também pode ser vista como um banco ou uma troca de "favores". Colegas, prostituam-se à vontade, mas deixem-me fora disso que eu não me importo de continuar com "saldo zero" no "banco de favores" e envergonhem-se de vender ao desbarato a enfermagem!
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07 fevereiro, 2010
A outra face da inveja
...ser invejado. Porquê? Por incrível que pareça, por ser uma classe trabalhadora, por trabalhar em mais que um sítio, por trabalhar mais horas que as outras pessoas. Farto de tanto ouvir falar nas "acumulações dos enfermeiros" (sobretudo nestas alturas de greves e manifestações) e esclarecendo desde já que eu só trabalho num sítio, 40 horas semanais (não me importava nada de trabalhar só 35), vou expor aqui a cegueira induzida pela inveja de muitas pessoas. Eu trabalho só num sítio, não por falta de oportunidades, mas porque para mim é mais fácil poupar o dinheiro do que ganhá-lo, mas tenho vários colegas a acumularem funções em vários sítios. Porque têm esta tendência os enfermeiros? por quererem levar um nível de vida superior ao que o seu ordenado permite? Para exibir um status sócio-económico à altura daquilo que a sociedade projecta? Para a maioria das pessoas, os enfermeiros ganham muito dinheiro, pelo que o base de €1020 revelado nesta fase de luta foi uma grande surpresa para a maioria das pessoas. Porque "os colegas também fazem"? Não sei, mas poderia-se fazer um trabalho de investigação sobre o assunto (como eu já referi anteriormente, para os psicólogos, sociólogos ou semelhantes, não para os enfermeiros investigarem). Já agora, investiguem também porque gera tanta inveja que os enfermeiros se sujeitem a trabalhar tanto, se o esforço é deles, se não roubam nada a ninguém, se trabalhar não é nenhuma regalia. Antes de virem falar de atitudes diferentes no público/privado, lembrem-se que é exigido o mesmo nos dois sectores e toda a gente sabe como reclamar de maus profissionais/falta de profissionalismo. E aqueles que têm tanta inveja, porque não arranjam eles também um segundo ou terceiro emprego? Conheço enfermeiros a acumular funções no Lidl... a arrumar prateleiras durante a noite, a acumular funções como empregadas de limpeza... concorrem a estes lugares em igualdade de circunstâncias. E para os que se admirarem com isto, pensem bem: nestes cargos, conseguem ganhar tanto ou mais (actualmente) que a trabalhar como enfermeiros num privado e têm (muito) menos responsabilidades, menos riscos laborais, provavelmente menos esforço físico e sem dúvida menos esforço mental e nem o estatuto varia assim tanto actualmente. Só para terminar, refiro outra coisa "comichosa", que parecem ser as "horas extra que os enfermeiros ganham"; é preciso esclarecer as pessoas que estas horas implicam trabalho, implicam trabalhar mais do que o que seria previsto, significa abdicar de horas de descanso, horas com a família, planos previamente feitos... E se acham que o facto de serem remuneradas a um valor superior compensa isto tudo, digo-lhes que no meu serviço ninguém quer horas extraordinárias, é sempre um sacrifício e na maioria das vezes é preciso sortear quem será o sacrificado. Talvez esses invejosos por aí espalhados queiram vir assegurá-las... depois de assegurarem um turno, acredito piamente que não voltariam a invejar tal sorte.
"Inveja-se a riqueza, mas não o trabalho com que ela se granjeia."
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22 novembro, 2009
"Muito trabalha um burro"
...ser um workaholic. Em primeiro lugar, quero diferenciar um workaholic de um "dinheirolic", este último trabalha pelo dinheiro e não pelo trabalho em si, não que seja muito melhor que o primeiro e talvez mereça também um post mais tarde uma vez que com a tradição dos enfermeiros para acumularem funções, existe um grande número dos dois. Regressando ao tema principal, o workaholic, pode ser definido como aquele profissional que trabalha demais, por prazer ou vicio e que chega a confundir a vida pessoal e profissional. Penso que enquanto enfermeiros, todos conhecemos alguém assim (talvez nós próprios?). O aparecimento destes é motivado pela alta competitividade, vaidade, ganância, ou alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo (percebe-se porque a enfermagem é o berço ideal para o nascimento destes). Estou a falar daqueles colegas que trabalham 50...60...70...80 ou mais horas/semana e só assim são felizes, não têm amigos (talvez alguns no trabalho?), a família é só para perder tempo útil e quando não podem estar no local de trabalho, levam o trabalho para casa, conseguindo trabalhar quase 24h por dia e muitas vezes comem, dormem, vivem literalmente no local de trabalho. Quais as consequências disto? Conseguem-se imaginar as consequências de (só) tirar prazer de algo que normalmente é visto como o inverso do lazer, do descanso. Com o tempo, a produção tende a cair, uma consequência do stress, cansaço e até doenças cardiovasculares; a visão do mundo é reduzida, a criatividade fica comprometida e o processo de tomada de decisão é prejudicado. Para além disso, e enquanto não-patrão/gestor o que interfere comigo é o facto destas serem pessoas tendencialmente amarguradas, agressivamente competitivas, solitárias, até deprimidas e da minha experiência pessoal, óptimos candidatos a graxistas/falsos. Felizmente as empresas (talvez não as portuguesas) já se começaram a aperceber que este distúrbio teoricamente rendível é na prática e a médio/longo prazo um fracasso para a empresa, uma vez que se está a voltar ás práticas de melhoria do ambiente/condições de trabalho com vista a um aumento do rendimento geral; claro que em Portugal ainda estamos mais na fase de crer que a melhor maneira de aumentar o rendimento é aumentar as horas de trabalho, diminuir o descanso, o lazer e diminuir custos com melhoria de condições de trabalho e protecção social, não se pensa a longo prazo. Em jeito de conclusão diria que eu me considero um... "fériasholic" e por falar nisso, as próximas férias estão a bater à porta (ou à janela)... que bem me vão saber!
20 novembro, 2009
A verdade da mentira
...ser atraiçoado pelos colegas. Dedico este post a todos aqueles enfermeiros que têm tanto de traiçoeiros como de graxistas, ou seja, a um grande número de colegas (pelo menos do meu universo). Já tinha falado anteriormente nesta falsidade que mina a enfermagem e que associei ao elevado número de mulheres na profissão, embora os homens também tendam a seguir o mesmo caminho. Desde sempre lidei com graxistas e pessoas falsas, desde os tempos da escola que reparei que ser graxista dava resultado e agora os colegas de profissão, que talvez por serem enfermeiros (tenho ideia que é uma profissão com pretensão para tal), são do mais graxista e falso que alguma tinha visto. Não importa serem bons profissionais, o que importa é fingirem e iludirem os superiores hierárquicos, com falinhas mansas, acusações de colegas (muitas vezes falsas) e outros métodos tão criativos como asquerosos. A verdade é que por mais imparcial que um chefe tente ser acaba por ser iludido por estas "bailarinas do ventre", que desviam a atenção da sua incompetência e que por vezes são tão boas que conseguem iludir mesmo os colegas que pensam contar com o mesmo apoio que lhes dão e na verdade estão a ser "apunhalados pelas costas" e só dão conta disso muito mais tarde. O que eu só descobri enquanto profissional foi um sub-tipo de graxista/falso, que é já uma refinação do graxista/falso básico, provavelmente especializado após vários anos de lambe-botas, de escovagem, que são os que eu denomino de graxistas-esponja e que absorvem tudo o que os colegas dizem (e fazem) para mais tarde citar (descontextualizadamente) tendo em vista a satisfação das suas próprias pretensões ou simplesmente descredibilizar e rebaixar os colegas perante outros; estas são pessoas cujo discurso, se escrito, estaria sempre entre aspas, nada do que dizem é da sua autoria, não têm ideias nem ideais, usam os dos outros, nunca querem nada (os colegas é que querem), nunca têm críticas fazer aos chefes - são os colegas, e assim vão subindo na vida (raramente chegam a cair), usando os colegas e abusando dos chefes.
O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém. (William Shakespeare)
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