Mostrar mensagens com a etiqueta ciganos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ciganos. Mostrar todas as mensagens

05 maio, 2011

Livro de reclamações s.f.f.!


...descobrir conversando. "Aqui ninguém faz nada... em França é que era bom... estão a gozar com os doentes... era chamar cá a SIC para ver isto... demoram tanto tempo só para fazer isso?!... poupam numas coisas mas estragam noutras e aqui estraga-se muito dinheiro dos nossos impostos...". Assim ia mais um turno a ouvir o doente mais queixoso do serviço, mas nesse dia tinha (miraculosamente) um tempinho livre e então decidi sentar-me para conversarmos e tentar perceber a verdadeira origem de tanta revolta. Passados poucos minutos cheguei onde queria "Aqui as empregadas estragam muito" (dizia ele) -"Não acho isso" (respondo eu) -"Ah... a mim também pouco me importa" (ele) -"Mas devia importar, se estragam, é dinheiro de todos nós."(eu) -"Meu, não!"(ele) -"Não?! Como assim?"(eu) -"Porque eu não desconto nada para impostos e ainda é o estado que me paga um subsídio por causa de eu ter miopia desde a nascença (?!)..." Pronto, está a explicação encontrada, confirmando o que eu defendo, quem não desconta, quem não paga os serviços é quem mais reclama, quem mais abusa, quem mais direitos quer ter, passando mesmo os limites onde começam os dos outros. É por estas e por outras, que eu sou a favor do fim do SNS... Saúde gratuita e universal para todos é uma grande treta, nada é gratuito, há sempre um preço, o que varia é quem o paga. Pago eu com os meus impostos, para outros que não pagam nada usufruírem, para usarem e abusarem, porque nem têm nenhuma taxa que modere o uso do mesmo, mas não há problema, nós pagamos, pagamos o público, "universal e gratuito" para eles e pagamos depois o privado onde temos de recorrer quando precisamos, porque o público está entupido pelos outros. É certo e sabido que geralmente não se dá o devido valor ao que é gratuito por isso nada o devia ser e ainda vêm agora com a implementação do regime de dispensa gratuita de medicamentos após a alta de internamento... estou enganado ou estamos numa severa crise económica, praticamente à beira da falência? Quantos medicamentos não vão parar ao lixo, quantos medicamentos pagos por quem tem mais deveres do que direitos não vão mas é poluir solos e águas por esse país fora? Assim é este país miserável, que IMHO troika nenhuma conseguirá mudar.

27 agosto, 2009

Ciganos


...não gostar de ciganos. Correndo o risco de ser acusado de xenofobia e de generalização abusiva, venho por este meio manifestar o meu desagrado para com esta etnia. Os ciganos são um caso excepcional pois só possuem direitos e nenhum dever, pelo menos na "nossa sociedade", pois como eles dizem, "só obedecem ás suas próprias regras". Assim sendo, não têm o dever de pagar impostos, multas, seguros, nem de respeitar os demais; pelo contrário, têm de ter sempre prioridade no atendimento e tudo tem de ser feito à sua vontade e medida. Eu tenho de ter um cartão identificativo para entrar (e sair) do hospital; os ciganos entram e saem livremente, pois ninguém lhes barra a entrada por medo de serem depois abordados na rua por um verdadeiro exército de Ford's Transit brancas de onde sai quase uma centena de ciganos (de cada carrinha). Não têm de pagar impostos, pois isso não faz parte "das regras deles"; mas exigem casas novas (e gratuitas) porque o plasma ou o LCD (com respectiva TV Cabo e Sport TV) não lhe cabe na barraca e não têm garagem para guardar o Mercedes. Alguma vez viram um cigano sem-abrigo? Eu não. Se um turista estaciona a autocaravana num parque público durante a noite, é multado; os ciganos montam verdadeiras aldeias em qualquer sítio (incluindo os jardins dos hospitais) e "ninguém vê", ainda que destruam muitas das coisas que estiverem por perto e deixem uma verdadeira lixeira quando abandonam o lugar. Se não querem viver segundo as "nossas" regras sociais, então não usufruam das "nossas" regalias sociais. E depois ainda falam em abordagens multiculturais à pessoa...